sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A triste história das professoras risonhas

Essa semana vocês me acompanharam no drama da tal briga da escola.
Maridex foi sim conversar com a coordenadora.
De maneira sutil, comportada e bem educada colocou nossos problemas e questionamentos.
Recebeu como resposta que as professoras risonhas seriam abordadas, que o comportamento delas foi mesmo inaceitável e que a escola vai tomar as providências necessárias.

Isaac continua torcendo o nariz para o "cursinho de férias", eu continuo sem saber o que realmente aconteceu mas mais tranquila com o comportamento da coordenadora.
E ainda dando Graças a Deus que é só o curso de férias e que a escolinha em questão tem tias muito bem capacitadas e atividades bem elaboradas para os dias em que filhote fica integral (que uhu! voltaram a ser só dois por semana!!).

Mas todo esse papo vem me fazendo refletir bastante.
Sabem,
não é fácil aceitar que criaturas que se propuseram a estudar para trabalhar com crianças tenham tal comportamento.
Mesmo que as "tias" do Isaac não tenham rido por achar graça, mesmo que sejam inocentes na história toda, sei bem que existe um número (até maior do que deveria) de professoras que trabalham com descaso.
Sei que há profissionais E profissionais.
E me dói, de uma certa maneira.
Me dói porque faço parte das mães que trabalham - e assim tem a escola como aliada - e além disso acreditam que a escola é parte importante no desenvolvimento de uma criança.
Eu não lembro de como foram meus maternais ou jardins, mas gostaria de lembrar satisfeita dos do meu filho. Ter a tranquilidade de que a instituição que escolhi para partilhar o crescimento dele mereça tal confiança.
O mesmo vale para a escolinha de inglês ou de natação.
Isaac é mesmo meu bem mais precioso e eu não vou aceitar que deem a ele menos do que ele merece.
É pedir demais????


14 comentários:

Futura mãmã disse...

Acho que e pedir o que assim deveria mesmo ser...
nao acredito que tenham rido por nada...senao tinha agido e o que fizeram? Nada pelo que s sabe.

Milene disse...

Acho que essas coisas fazem parte da educação. Professoras não são perfeitas, como desejaríamos que elas fossem. É nessas horas q a gnt tem q ensinar as crias a se defenderem sozinhas. Nicolas sempre apanhava na escola, até o dia em q falei p bater! Não me arrependo, pq não quero criar um filho bundão. É, a gnt tem q ensinar os filhos a fazer coisa errada tb!
Jokas da Mi

Coisas de mãe disse...

Você está certa. Claro que somos mães e isto implica em sermos leoas tambem. Talvez, vez ou outra super protetoras. MAs tirei a Luiza da escola em que ela foi ano passado por motivos semelhantes a este. Não que tenha sido uma briga, mas por discordar de posturas.

beijos e bom fim de semana!


Pati

Francine Barrionuevo disse...

É isso mesmo. Também tenho pensado bastante nesse assunto. O problema atual tem sido na escolinha de Natação. Eu acho que a professora não dá a importância que deveria dar, parece que leva as coisas meio no oba oba, como se a natação fosse só diversão, tipo vai lá cai na piscina e boa. O problema que a minha cidade é muito pequena e só tem essa escola de NAtação e o Felipe gosta muito de ir...aí fico assim toda dividida. Bjo grande

Karen disse...

Claro que não é pedir demais. É o mínimo, na minha opinião. Mas infelizmente, como você bem disse, há profissionais e profissionais. Alguns parecem ter escolhido a profissão concientemente, por vocação, outros, no entanto, parecem que chegaram às escolas meio que por acaso...
Acho que a única atitude a tomar nestes casos é realmente conversar com as professoras, ver o outro lado da moeda e avaliar se o acontecido foi algo que pode ser "deixado pra lá", ou se exige algo mais sério, como mudar o filho de escola...

Beijo,
karen
http://multiplicado-por-dois.blogspot.com/

Ana disse...

Para mim trabalha com criança tem que ter um dom mesmo, tem que gostar muito, tem quer respirar isso 24 horas por dia. Essas sim são verdadeiras educadoras.
Só que está cada vez mais rara...
Não adianta querer ser professora pq é mais fácil arranjar emprego, pq vai fazer concurso e ter segurança no emprego.
Se for por esse motivo vai ser infeliz e fazer crianças e pais infelizes...

Anne disse...

Putz, é um problema muito maior do que parece e para mim jaz no "pre conceito" de que a carreira de magistério é "fácil", uma boa opção para quem precisa trabalhar e estudar.... combinada com a péssima qualidade do ensino superior da maioria. Não que não existam profissionais seríssimos e de excelente qualidade, mas a maioria se comporta como "tia" mesmo.

Minha dica? Não acredite que a escola de seu filho é "escolinha"... nem que as professoras são "tias".
Começa daí a exigência (da nossa parte) por profissionais e instituições de qualidade.

Vc tem razão, não é pedir demais.
BJo

(Mamãe) ~Pinel disse...

Ah Carol, pedir demais é pedir que a gente ganhe dinheiro podendo ficar o tempo que quisermos com a cria!
Esse querer é o mínimo!

Eu lembro algumas cenas da minha infância (maternal e talz), e só tenho memórias boas, ainda bem!

Acho um absurdo quem trabalha com outras pessoas, e trata com descaso! Principalmente crianças, que precisam de tanta atenção e apoio. E quando essas outras pessoas se tratam de nossos filhos então...
Ainda bem que as tias ao longo do ano letivo são diferentes! =D

Sylvia disse...

Vou defender a ala aqui...rsrsr... primeiro que não gosto nem uso o termo "tia", acho pejorativo demais, não estudei e me dedico tanto para ser tratada ou chamada de "tia" e justamente por isso não me comporto ou ajo como membro da família. Meu papel e acredito que de boa parte dedicada da Educação Infantil, é garantir um bom desenvolvimento e habilidades diferenciadas nas crianças. Coisas que eles não aprenderiam ou aprenderiam mais tarde se ficassem somente em casa com os pais. Portanto, acho que devemos também valorizar mais os profissionais da áres para podermos exigir mais. Gostei das palavras da Anne e concordo plenamente. E estou falando enquanto professora e enquanto mãe também. Porque também sou exigente com as professoras da filhota. E vc está super certa em exigir uma qualidade maior na escola do seu filho. Beijos mil

Carolina disse...

Da uma olhada nisso:
http://bruniceseafins.blogspot.com/2011/04/na-reuniao-da-escola.html
Bjs

Celi disse...

Carol estava curiosa para saber como terminou essa história. Achei um absurdo a atitude das "tias". Impressionante como algumas levam tudo na maior tranqüilidade, pouca responsabilidade e comprometimento. Isso me incomoda profundamente! Por isso, está mais que no seu direito. Vale exigir e muito sim!!!!
Beijos e bom final de semana.

Sarah disse...

Não é não Carol. Imagino como vc deve ter se sentido quando Isaac contou que riram da situação. Que bom que não se trata das professoras habituais, que bom que maridex tomou a frente para conversar, que bom que a coordenadora foi receptiva. Mas tem que ficar de olho mesmo, todo dia, não tem jeito. Como vc disse, há profissionais e profissionais, e as professoras infelizmente estão tão desvalorizadas e mal-remuneradas que muitas levam o trabalho com descaso.
Que tenha sido apenas uma situação esporádica...
bjao

Renata disse...

Carol em qual escola o Isaac estuda, estou a procura de uma para Lavinia! :)

Carolina disse...

Troquei ele de escola. No começo foi difícil. Mudar depois de quase dois anos com a mesma prof e os mesmos amiguinhos não foi fácil para ele. Agora está tudo lindo.

http://bruniceseafins.blogspot.com/2011/12/uma-outra-reuniao-escolar.html

Beijuuuss

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