Isaac vem desenvolvendo suas características de personalidade todo dia. Toda hora.
Mas já é certo que ele é pessoa sensível.
E é mais sensível ainda porque observa cada movimento que esse mundo dá.
Bom,
além disso tudo ele é apaixonado pela sétima arte.
Filmes novos, antigos, animação ou não, curta, longa. Ele se abre a tudo.
Admira, assiste, analisa e pergunta por dias e meses, dependendo do impacto que a produção causa sobre sua pessoinha em formação.
Esse ano mesmo fomos assistir "As aventuras de Pi".
Certa de que era um drama, arrisquei e fui feliz.
Isaac adorou, mas até hoje usa o filme como referência para um momento triste.
E não precisa ser assiiiim triste. Mas ele liga.
Usa pra explicar a intensidade da tristeza que ele ainda tenta entender.
Ontem a noite, pediu que eu lesse "Alice" antes de dormir.
Ele ouve atento as primeiras linhas, páginas.
Mas depois que a menina cai no buraco e se vê alí, entre crescer e decrescer, afogada na insegurança e curiosidade, Isaac suspira.
- Sabe mamãe, eu fico um pouco triste com esse livro aí.
- É filho??? Mas tem alguma parte que te faça sentir essa tristeza?
- Não. Eu fico triste assim, igual quando o Richard Parker foi para a floresta e deixou o Pi lá, sozinho.
Fechei o livro, dei um abraço e só disse que é normal sentir tristezas em algumas histórias ou filmes.
Que tem gente que gosta de escrever história triste, mas que são só histórias.
Disse que é normal a gente sentir vontade de chorar e é normal chorar se der vontade.
Ele chorou. Quietinho.
Apertou o rosto contra a baleia de pelúcia (Jubartina, registro aqui pra não te esquecer nunca, tá?).
- Mas eu vou ter sonhos ruins com esse livro aí.
- Bom, Isaac, isso a mamãe não tem como arrumar. Mas você sabe que se esse sonho ruim vier é só chamar, né?
- Sei. E você vem? Mesmo no sonho?
- Se você quiser eu vou sim.
E dormiu, meu pequeno, descobrindo que o país da Alice, o dele, o meu, não é essa Maravilha toda...
...
Mas já é certo que ele é pessoa sensível.
E é mais sensível ainda porque observa cada movimento que esse mundo dá.
Bom,
além disso tudo ele é apaixonado pela sétima arte.
Filmes novos, antigos, animação ou não, curta, longa. Ele se abre a tudo.
Admira, assiste, analisa e pergunta por dias e meses, dependendo do impacto que a produção causa sobre sua pessoinha em formação.
Esse ano mesmo fomos assistir "As aventuras de Pi".
Certa de que era um drama, arrisquei e fui feliz.
Isaac adorou, mas até hoje usa o filme como referência para um momento triste.
E não precisa ser assiiiim triste. Mas ele liga.
Usa pra explicar a intensidade da tristeza que ele ainda tenta entender.
Ontem a noite, pediu que eu lesse "Alice" antes de dormir.
Ele ouve atento as primeiras linhas, páginas.
Mas depois que a menina cai no buraco e se vê alí, entre crescer e decrescer, afogada na insegurança e curiosidade, Isaac suspira.
- Sabe mamãe, eu fico um pouco triste com esse livro aí.
- É filho??? Mas tem alguma parte que te faça sentir essa tristeza?
- Não. Eu fico triste assim, igual quando o Richard Parker foi para a floresta e deixou o Pi lá, sozinho.
Fechei o livro, dei um abraço e só disse que é normal sentir tristezas em algumas histórias ou filmes.
Que tem gente que gosta de escrever história triste, mas que são só histórias.
Disse que é normal a gente sentir vontade de chorar e é normal chorar se der vontade.
Ele chorou. Quietinho.
Apertou o rosto contra a baleia de pelúcia (Jubartina, registro aqui pra não te esquecer nunca, tá?).
- Mas eu vou ter sonhos ruins com esse livro aí.
- Bom, Isaac, isso a mamãe não tem como arrumar. Mas você sabe que se esse sonho ruim vier é só chamar, né?
- Sei. E você vem? Mesmo no sonho?
- Se você quiser eu vou sim.
E dormiu, meu pequeno, descobrindo que o país da Alice, o dele, o meu, não é essa Maravilha toda...
...
Um comentário:
Carol...me emocionei com o post.Muito lindo!Bjuss
Postar um comentário