Hoje completo 31 anos de vida.
Mas é meu amigo Balzac que merece os parabéns.
Não conhece? Duvido, mas faço a educada:
Amigas, Honoré Balzac.
Honoré Balzac, amigas.
Depois das devidas apresentações... continuo...
Meu amigo aqui, escritor francês, lá no início do século XIX, foi quem considerou as mulheres de 30 seres no ápice da sua vida sexual, que conhecem como ninguém a arte de seduzir e encantar, e cheios de experiência e histórias para contar.
E com toda razão, viu Balzac, me sinto no auge, cheia de vida e segurança. Sem contar no amor próprio.
Sou balzaquiana assumida. Sem culpa nem complexo.
Feliz feliz.
Não me sinto velha, muito menos acabada, e nem menos alguma coisa do que quando tinha 20.
Comemoro hoje não só a data. Comemoro viver. O momento.
Analisando bem tenho uma vida bacana, uma família linda, trabalho no que escolhi ser, vou e volto a hora que bem entendo. Me coloco no salto quando tenho vontade, ando de havaianas se me der na telha. Já estou trabalhada no creminho anti sinais, no pilates e na quase-dieta. Uso base/pó/corretivo quando acho necessário. Dou risada de mim mesma, canto alto, danço sem medo, falo sozinha. Palpito, arrisco nas palavras. Sou louca, séria, brava, meiga e cheia de faces. Tenho amigos verdadeiros, que mesmo de longe fazem aquela diferença. Tenho uma boa porção de histórias pra contar.
E hoje, aos 31 anos, é bem isso que importa.

