segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Latindo alto


imagem de versos.intimos.zip.net

Tá que mãe é mãe.
E é bicho besta.
É mãe de tudo.
Falo por mim.
Lá em casa os cachorros são filhos, as plantas, as formigas, até a perereca que apareceu pulando no meu quarto esse final de semana recebeu tratamento especial.
Toda criatura vira filho.
Menos as baratas. Claro.
Não as torturo, mas também não as adoto.
Já deu pra entender, né?
Não?
Expliquemos...
Passei lá na Mari hoje, a Mãe da rua, e vi que ela está querendo ajudar um amigo E alguns cachorros. Só alguns.
Tá. São muitos.
Mas a gente se une e tenta dar um jeito.
Acontece que a Mari tem um amigo que herdou os cães e precisa achar lares pros caninos.
E eu, que adoro cachorrinhos e sou mãe, cheia de dengo e amor no coração, logo abracei a causa e estou aqui, latindo alto:

Adotem uma das coisicas fofas lá do amigo da Mari!!!!

As fotos e tooooda a explicação estão no Inventário de coisas úteis, que é o blog do amigo da Mari.
Quem quiser adotar um cachorro só precisa entrar em contato pelo e-mail solardoscaes@gmail.com.
Ótima semana, queridos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Escolhendo a escolinha

A Patrícia, do Coisinhas da Família, chegou aqui ontem - e como eu na época - toda "normal", cheia de dúvidas e medos com relação a escolha da escolinha pro pequeno Octávio. Pelo que entendi ele vai pro berçário quando acabar a licença-maternidade.
E eu lembrei bem de mim mesma, viu Paty, e te falo, a escolha da escolinha é sim um dos Top Five "Oh vida! Oh céus!" da maternidade.

imagem de eternapoesia.blogspot.com

Taí.
Não sou expert, pedagoga, psicóloga, educadora. Sou mãe.
Portanto, vou contar aqui neste post como é que foi escolher a escolinha pro Isaac, meu filho.
Não foi fácil pra mim. E nem imagino que seja pra mãe alguma.
Eu era/sou uma mãe de primeria viagem que até então achava que ia parar de trabalhar quando a cria nascesse. No meio do caminho decidi que não. A jornalista não iria às catacumbas e filho criado pela vó era possibilidade definitivamente nula. Ter babá em casa 24 horas por dia todo dia também era idéia pouco provável.
Logo, o berçário era a nossa primeira opção. Por princípios, por necessidade e tudo o mais que um casal de pais jovens e novos em folha poderiam ter o direito de ter.
Ok.
Mas qual?

Mergulhei numa pesquisa.
Sentei com a lista telefônica na mão e futuquei todas as escolas que eu já sabia ter berçário.
Separei as que eu simpatizava. Coisa estranha. Como é que eu, até então baladeira, trabalhadeira e sei mais o que eira sem filho ia simpatizar com berçário? Não sei.
Aí vem o lado sangue-suga materno. Toda amiga, conhecida, mulher que chegasse perto era logo abordada com o assunto.
Juntava uma informação aqui e outra alí.

Me dei um prazo.
Licença-maternidade de 5 meses + 1 mês de férias. Ok.
Tinha que ter o berçário resolvido até o quinto mês do pequeno. Assim, teria um mês para adaptações* (mais minha que dele), um tempo para eventuais tropeços (pessimismo mode ON) e tempo pra mim também, oras.
Listei as escolas-alvo, analisei prós e contras, noves fora.
Me sobraram algumas opções.
*Sim. Fiquei vários dias passando alguns momentos na escolinha junto com o Isaac até eu ter certeza de que eu e ele ficaríamos bem um sem o outro.

Fui visitar cada uma delas, com Isaac nos braços.
Tá. Esta é uma etapa difícil. Nada parece tão limpo, tão bonitinho, arejado, cheiroso, silencioso, perfeito quanto seu filho merece. (E sim, você só vai se dar conta disso com um tempo de experiência e não adianta eu falar um monte aqui).
Lógico que eu analisava atendimento, tratamento, higiene, estrutura, cara das professoras, cantos arredondados ou não, brinquedos, área verde, janelas, portas, enfim. Toda a sorte de neurose-ou-não. Fiz todas as perguntas técnico-maternas possíveis e um pouco mais.
Mas uma "tia" muito querida me deu a dica mais valiosa de todas e eu divido aqui com você, Paty.

Repare nas crianças.
Olhe bem para elas. Veja se estão a vontade, com rostinhos felizes, coradas, sem chorar, indo e vindo, brincando. Se estão limpas. Se tem um contato bacana com as professoras. Se trocam olhares carinhosos com os colegas.
Criança é bicho transparente, sincero. E são os pequenos que sabem se o lugar é bom ou não pra eles. Do jeito que se deve ser.
A gente entende de limpeza, de alimentação, proteção, de marca de fralda e sabonete. Eles entendem do "sentir bem" da maneira mais pura e isso fica estampado na carinha deles.

E foi assim...
Lógico que a escolinha que escolhemos não é 100% acertos. O importante também é ter canal aberto com professores e diretores para sanar dúvidas e dar sugestões. Participação é TUDO. Hoje já tenho mais em mente que lugar algum vai ser como a minha casa. Não descuido. E vamos indo.
Isaac está na mesma escolinha desde então. É pequena, com poucos alunos, área verde, alimentação bacana, atividades, parque grande, onde todo mundo se conhece. Eu gosto. E sei também que logo vai se tornar um lugar pequeno demais e ele (e eu também) vai ter que se adaptar em outra escola.
Mas são coisas da vida, não?!?

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A escolinha e o suco de frutas

Isaac voltou pra escolinha ontem.
Deu um tanto de trabalho, não comeu direito, chorou, ficou triste.
E o pior pra esse coração de mãe é que ele teria que ficar o dia todo por lá...
Liguei no meio do dia e fui informada que ele já estava mais tranquilo, que estava brincando com os colegas.
A escola fica mais vazia esta época, num esquema curso de férias, nem todos os amiguinhos estão lá.
No final da tarde fui buscá-lo pronta pra descarregar toooodo o carinho do mundo na cria.
Fomos pra casa conversando, cantando no carro.
Ao chegar em casa deixei o som bem alto e ficamos dançando na garagem, rodando, pulando, correndo um atrás do outro, rindo da vida.
E agora?

- Hummm, Isaac, mamãe está com vontade de tomar um suco de fruta...

Pequeno torceu o nariz e bem que tentou:

- De caixinha???

- Nãaaaao... de fruta fruta.

Foi aí que tive a melhor idéia ever:

- Você me ajuda a fazer?

O interesse foi imediato e corremos pra cozinha.
O sabor ele escolheu: Laranja com morango.


Enquanto eu espremia as laranjas, meu filhote, de cima da cadeira, ia colocando os morangos dentro do liquidificador. Depois me ajudou a colocar os gelinhos e ficou encarregado de ligar a máquina assim que eu desse o ok.


Foi uma farra. Das boas e saudáveis. Com dois TOP-momentos: Um deles foi ouvir o pequeno tentar falar liquidificador. Ele tentou de tudo, misturou com computador e deu uma palavra que nem um membro da Academia Brasileira de Letras decifraria. Uma graça. O outro é o tim tim. Brindemos. Sempre, certo?


E o melhor? Pequeno bateu mais que um copo de suco sem reclamar. Yes, baby, tomou tudinho!!!!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mais do Forte: Instituto Baleia Jubarte



Mais um lugar que com certeza seu filho vai adorar na Praia do Forte.
O Instituto Baleia Jubarte não é enooorme nem tecnológico.
É um lugar repleto de natureza e simplicidade. Coisa que criança ama.
São várias réplicas da baleia espalhadas por um caminho, espaço pra correr, tocar, brincar.
Explico melhor o que é...
Criado em 1996, o Instituto tem como missão conservar as baleias jubarte e outros cetáceos do Brasil. A organização possui um Programa de Resgate de Mamíferos Aquáticos e atua nos encalhes no litoral da Bahia e do Espírito Santo.


E é na Sede Regional que fica na Praia do Forte que está o Centro de Pesquisa e Educação Ambiental (CENTROPEA) do Instituto Baleia Jubarte. Há um anfiteatro coberto onde encontramos painéis informativos, réplicas com informação sobre diversas espécies de baleias e tanque de toque com artigos variados.


No espaço, há também um esqueleto de baleia-jubarte adulta, réplicas, painéis informativos, lojinha, jardins e infra-estrutura para lazer.
Não vimos atividades, já que chegamos bem no final da tarde ao Instituto, mas pelo que vi no site, há vários programas de Educação Ambiental por lá.


O CENTROPEA é também o ponto de partida dos cruzeiros de turismo de observação de baleias (whalewatching) de julho a outubro, quando os turistas assistem a uma palestra informativa antes de embarcar.
Aaaaa.... perdemos, né?!?! Chegamos tarde demais, em novembro, e as baleias já tinham ido embora. Mas pelo que pudemos sentir vale muito a pena, pois elas chegam muito perto da praia.

(No Brasil, o turismo de observação de baleias (whalewatching) é regulamentado pela portaria do IBAMA nº 117/1996 (alterada pela portaria n° 24/2002), que estabelece normas para prevenir e coibir o molestamento intencional de cetáceos em águas jurisdicionais brasileiras.)

Tá, tudo bem, mas pequeno se esbladou mesmo assim, já que a imaginação dele permitiu que ele visse baleia de mentira e de verdade tudo ao mesmo tempo agora.


Pagamos R$6 por adulto para entrada. Isaac não pagou.
O passeio foi rápido, logo não precisamos usar banheiro ou fraldário, nem fazer lanchinho, então não tenho informações mais detalhadas.
A lojinha tem coisas bacanas, bem no estilo do Projeto Tamar, mas em escala bem menor.
Vale a pena, viu?!?!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Dicas de viagem: Projeto Tamar



Continuando então com a série de dicas sobre a Praia do Forte.
Eita lugar bacana.
A gente sai de lá já com saudade, olhando pra trás e pensando "pra cá eu volto. Ô se volto".
Bom,
mas um dos requisitos que um destino tem que ter, pelo menos pra mim, quando se leva crianças, são atrações pros momentos onde praia é assunto expressamente proibido. Tipo entre as 11h e as 16h.
E Praia do Forte tem uma vila que é um charme.
E tem uma unidade bacanérrima do Projeto Tamar.
Junte isso ao fato do meu filhote ser um viciado por tartarugas.
E aí que o lugar é mágico até pra adultos. Areia pra tudo que é lado, o mar alí proporcionando trilha sonora tudo de bom, aquela brisa que só existe por lá, tubarões, peixes, tartarugas, raias, réplicas, lugar pra brincar e pôr a mão.
E quem é que não vai gostar?
Fomos dois dias.
No primeiro Isaac ficou um pouco tímido, não conseguiu ver muita coisa e desanimou rápido.
Aí descobrimos o dia e a hora em que poderíamos participar da alimentação das tartarugas e repetimos a dose.
Foi uma festa. Pequeno curtiu tu-do.



  
E saca só a surpresa mais que boa eu tive lá no Projeto Tamar! A Jujuca, o Lucas e o Andrio.


Recomendo, antes de entrar na unidade, vocês darem uma boa olhada nos horários de atividades. Há dias em que a alimentação interativa é com os tubarões-lixa, no outro com as tartarugas. Há horários onde é possívela acompanhar as tartaruguinhas sendo soltas na praia. Também existe a possibilidade de visitas orientadas, que são bem bacanas.
Bom, tudo aqui no site do Projeto, ok?!?
Ah! No site eu não encontrei o valor da entrada, mas se não me engano, foram R$12 por adulto e R$6 para o Isaac.
E segure-se. A lojinha é uma perdição. Coisas bárbaras. Foi de lá que saíram a minha agenda deste ano, camisetas bacanas, brinquedinhos e o presente da amiga secreta do Isaac, a Lívia Becker, filha da Vania, do blog Amar é...

Bjo bjo bjo!!! E um ótimo ano novo pra todos nós! Cheio de excelentes viagens!

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