segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O cupim

E então que final de semana levamos o Isaac à Feira Agropeduária que acontece anualmente aqui na city.
Lógico que ele endoideceu com tanta informação.
Com tanta fazendinha.
Pônei, cavalos e ovelhas.
Parque.
Música.
E amiguinha querida pra pegar na mão.
Impressionante como "crianças da cidade" adoram "animais da fazenda".
Impressionante como Isaac tem vocação pra fazendeiro.
Uma coisa:

- Mamãe! Mamãe! Mamãe! Olha!

- O que, filho?

- Olha que monte de camelos!!!!!!!

google

Ah... qual a diferença entre cupim e corcova.... todo mundo se engana... kkk

Super semana a todos nós!


sábado, 13 de agosto de 2011

Super, super, super


Isaac me cutuca, coloca dedinhos apontantes pro alto e fala:

- Mamãe! Olha lá o papai voando no céu!!!!

- No céu filho? O que o papai está fazendo lá?

Isaac olha pra mim como quem pensa "como é que ela não sabe coisa tão óbvia, meu Deus?!" e manda:

- É porque o papai é meu SUPEREROMEM...


Beijo, viu amor?! Você merece.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um canto pra pensar (e muito)

E daí que até eu já tõ cansada desse papo da BURRA.
Sinceramente, meninas, eu não me acho burra e a única coisa que tá pegando mesmo é a falta de educação da cria.
Se ele chama a própria mãe de burra imagine o que não vai falar pros coleguinhas da escola, por exemplo???
Ledo engano.
O negócio mesmo é avacalhar com a mãe com o resto ele é um lorde.
Menos pior?
Sei lá.
Mas sei bem que isso acontece entre pais e filhos.
É fase, a gente vai educando e logo passa.
Se não passar, seremos uma dupla incrível: A mãe BURRA e o adolescente revoltado.
Uma máxima da vida moderna ou não.
E eu? O que tenho feito com as crises malcriadas do Isaac?
Tá. Eu conto.

- Primeiro converso. Explico.
Mas acontece que audição seletiva chegou aqui e não foi embora. E eu tenho sido ignorada das mais diversas maneiras. E continuo tentando, já que é a forma de educação na qual acredito.
Lógico que dependendo do grau da ofensa eu fico brava, mostro que sou a mãe e que mereço respeito.

- Sim. Nós temos o "banco do pensamento supernannístico" e é lá que Isaac prega sua linda bundinha, por 3 minutos, quando extrapola os limites da paciência e da sabedoria/psicologia materna.
Depois da sentada vem todo o papo, o pedir desculpas e tals.

- Me dá o brinquedo.
Estou fazendo da seguinte forma: Falou palavrão perde um brinquedo. E este só é recuperado após prova e demosntração de que a criaturinha birrenta e boca suja é, no final das contas, um menino bonzinho. Seja por ação ou por conversa ou qualquer outra artimanha infantolálálá.

- Gelo.
Eu ignoro, só respondo o necessário e não fico de nhénhénhém. Explico que estou chateada, o porquê e me fecho até ele mostrar estar arrependido ou vir pedir sinceras desculpas.

- Não vamos mais ou vamos embora.
Se estamos preparados pra fazer algo que ele goste e a birra/manha/monstruosidade mirim é feita, eu não me abato e cancelo tudo. E se estamos em algum passeio eu aviso, ensino, explico e se não sou correspondida recolho a tralha e venho embora.

Lógico que cada instrumento desse manual é utilizado dependendo do calor das emoções, da ocasião, da birra em questão e dos limites (se devem ser ampliados ou não).
Enfim, se gente fosse máquina, a gente trocava o chip ou atualizava o programa, mas não é.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mais da "burra"

do Google

E então que ontem Isaac saiu da escola todo pimpo pedindo pra ver o papai.
Sim. Eles estão ensaiando alguma coisa pro Dia dos Pais e a cria fica cheia de saudade.
No caminho, que é longo, ele falou algo sobre como é feio xingar os amigos.
E eu. Toda metida a besta, aproveitei pra explicar a ele sobre a palavra BURRA.
Conversamos sobre o significado e o quanto as pessoas que estudam, trabalham, leem e criam seus filhos ficam chateadas em ouvir isso.
Aí vem papo:

- Você entendeu, Isaac?

- Entendi. Burro é quem não sabe nada.

- É filho, isso mesmo. Parabéns!

Mas eu sou bicho besta mesmo:

- E você acha então que a mamãe é burra???

- Acho.

- ???

- A mamãe não sabe NA-DA.

E aí?
Aí que eu disse a ele que eu deveria saber muita coisa pra conseguir ser jornalista, que eu tinha estudado bastante. Falei sobre os livros que povoam nossa casa. Contei sobre criar e educar filhos e cachorros. Tudo numa dimensão compreensível ao pequeno.
Ele?

- A mamãe não sabe.

E ponto.
Mudou de assunto.
Me deixou alí. Meio que petrificada. Meio que querendo parar o mundo pra descer.
Meio sei lá eu o que, entendem???

... a seguir cenas...

PS: Gostaria de agradecer todos os abraços solidários que recebi no último post. Vocês são umas lindas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A "burra" pede ajuda...

E então que a espertona aqui passou anos, meses e uma gestação meio que inteira dizendo que não ia utilizar chinelos, mãos e afins pra bater na educar a cria.
E então que a cria cresce, tudo lindo, ouvindo e conversando pacas com a mãe.
E então, que essa mesma cria se revolta, acha graça e começa a utilizar da adolescência precoce pra tirar a espertona em questão do sério.
Logo, aquela balela toda do não uso dos chinelos parece meio que distante.
Logo, o uso do chinelo parece não tão apavorante.
Logo, a espertona até arrisca umas ameaças de "bunda quente" pra ver se a cria se toca e volta a ter ouvidos e a boca não tão suja.
É, minhas amigas, ele tem falado palavrões e palavrinhas dispensáveis.
E pior, tem me enfrentado.
Como?
Saca ontem:

- Burra!

- O que foi, meu filho???

- BUR-RA!

- Quem é burra, Isaac?

- Você é BUR-RA, mamãe...

E riu.
(Mesmo já tendo ouvido explicação simples sobre o que é xingar e quais eram as palavrinhas básicas que poderiam ser ouvidas no ambiente escolar.)
E viu alí, pela primeira vez, a ira materna.
Levou castigo.
Chorou. Chorou. E chorou.
E depois de dois minutos já estava falando "burra" pelas minhas costas.
E aí?
Faço o quê?
Utilizo da sabedoria antiga e lasco pimenta na boca do filhote?
Converso mais?
Arrumo castigo que convença?
Alguma dica?
Alguém me ajuda?
Socorro!!!!


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