E daí que até eu já tõ cansada desse papo da BURRA.
Sinceramente, meninas, eu não me acho burra e a única coisa que tá pegando mesmo é a falta de educação da cria.
Se ele chama a própria mãe de burra imagine o que não vai falar pros coleguinhas da escola, por exemplo???
Ledo engano.
O negócio mesmo é avacalhar com a mãe com o resto ele é um lorde.
Menos pior?
Sei lá.
Mas sei bem que isso acontece entre pais e filhos.
É fase, a gente vai educando e logo passa.
Se não passar, seremos uma dupla incrível:
A mãe BURRA e o adolescente revoltado.
Uma máxima da vida moderna ou não.
E eu? O que tenho feito com as crises malcriadas do Isaac?
Tá. Eu conto.
- Primeiro converso. Explico.
Mas acontece que audição seletiva chegou aqui e não foi embora. E eu tenho sido ignorada das mais diversas maneiras. E continuo tentando, já que é a forma de educação na qual acredito.
Lógico que dependendo do grau da ofensa eu fico brava, mostro que sou a mãe e que mereço respeito.
- Sim. Nós temos o "banco do pensamento supernannístico" e é lá que Isaac prega sua linda bundinha, por 3 minutos, quando extrapola os limites da paciência e da sabedoria/psicologia materna.
Depois da sentada vem todo o papo, o pedir desculpas e tals.
- Me dá o brinquedo.
Estou fazendo da seguinte forma: Falou palavrão perde um brinquedo. E este só é recuperado após prova e demosntração de que a criaturinha birrenta e boca suja é, no final das contas, um menino bonzinho. Seja por ação ou por conversa ou qualquer outra artimanha infantolálálá.
- Gelo.
Eu ignoro, só respondo o necessário e não fico de nhénhénhém. Explico que estou chateada, o porquê e me fecho até ele mostrar estar arrependido ou vir pedir sinceras desculpas.
- Não vamos mais ou vamos embora.
Se estamos preparados pra fazer algo que ele goste e a birra/manha/monstruosidade mirim é feita, eu não me abato e cancelo tudo. E se estamos em algum passeio eu aviso, ensino, explico e se não sou correspondida recolho a tralha e venho embora.
Lógico que cada instrumento desse manual é utilizado dependendo do calor das emoções, da ocasião, da birra em questão e dos limites (se devem ser ampliados ou não).
Enfim, se gente fosse máquina, a gente trocava o chip ou atualizava o programa, mas não é.