sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ploft... O retorno.

Uma gracinha super hiper fofa pro final de semana.
...
E daí que eu cheguei aqui na city a tempo de pegar Isaac na escola.
Dez dias sem ver meu filhote ao vivo.
DEZ DIAS!
Querem saber como foi?
Bom,
Isaac saiu normalmente da salinha e desceu todo tranquilão a rampa onde os pais, avós e afins aguardam as crias.
Ele me viu.
Viu mas não acreditou.
Olhou de novo.
Mirou minha mãe que estava ao meu lado.
Sorriu tímido.
Olhou pra mim de novo.
Chegou bem perto e ficou meio tonto, sem saber se era eu ou não.
Abaixei bem pertinho dele e perguntei:
- Posso dar uma abraço em você?
Ele concordou e foi logo pro meu colo.
Mas estranho...
Quando chegamos no carro ele me surpreendeu, com uma calma inacreditável:
- Mamãe, você senta do meu lado?
E lá fui eu, pro banco de trás, toda babona.
Mas me segurei pra não invadir o espaço da cria e deixei que ele tomasse a iniciativa.
De repente ele olha pra mim, pede a minha mão, aperta bem forte e quase me mata:
- Mamãe, eu estou tããão feliz....
Ploft.
Tô até hoje me recuperando...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O filho não foi...


Nem boa parte do meu cabelo, que foi "tosado" dias antes da viagem.
(Agradeço então as queridas que elogiaram o novo look nos comentários do último post.)
Mas sabe que falar de cabelo é interessante.
No momento que ainda estou pensando e conversando muito sobre essas férias sem o pequeno.
Cotar o cabelo é uma questão de desapego.
Mas desapego com amor, carinho, cuidado consigo mesmo.
E no caso, ainda, cuidado se o marido vai gostar, se o filho não vai sair correndo achando que você não é você por conta do corte novo.
O cabelo muda, cresce (e no meu caso muito rápido), se deixa transformar e as vezes tem vida própria.
Assim como o ser humano.
E seu filho é um ser humano, lembra?
E cresce, muda, transforma a própria vida e a sua e de muitas outras pessoas também.
Logo, conhecendo meu filho quase como conheço meu cabelo, fiz as malas e fui.
Lógico que não é tão simples quanto sentar lá na cadeirinha da cabeleireira.
Lógico que houve toda uma preparação.
Cuidado.
Carinho extra.
E planejamento.
Como já disse por aqui, resolvemos que o melhor seria contar tudo pro pequeno. 
Então ele sabia muito bem onde estaríamos, como e porque.
Sabia que ia passar uns dias numa avó e depois mais alguns dias na outra avó.
Foi comigo conversar com a professora e ouviu atentamente todas as recomendações e poréns dos dias sem os pais.
Então, acredito eu, foi com essa escolha, de todas as cartas na mesa - lógico que com a linguagem e os limites que uma criança requer - que as coisas ficaram mais fáceis.
Isaac sentava meio que sem querer na frente do computador para conversarmos, falava duas palavras e sumia pra fazer coisas mais interessantes pra ele do que ver dois babões numa tela.
Mas dou aqui vários vivas para essa tal tecnologia.
MSN, Skype, Facebook, celular.
Puts! O que seria da mãe culpada e de férias sem essas maravilhas?
Mas não é só tecnologia que salva não.
Vocês lembram do cabelo?
E do desapego?
E de deixar o filho viver uma vida dele enquanto você vive uma sua?
E isso não significa deixar de lado. Significa respeitar e entender limites. Principalmente os seus.
Além disso, compreender necessidades.
E tendo tudo isso ajeitado na cabeça, saber e estar segura de que o pequeno vai ficar em boas mãos, com pessoas que o amam e o respeitam de maneira tão plena quanto a que você o faz.
Mais alguns ingredientes?
Curtir a culpa, rir da culpa e carregá-la com você seja pra que canto do mundo for.
E ela estará lá, mesmo que quieta.
E vai se manifestar sempre com um "Puta vida! O Isaac ia amar isso aqui".
Mas o mais importante, depois disso tudo?
Se permitir transformar e ser transformada.
Pela presença ou ausência do filho, daquele cheirinho de ser mãe, do "mamãããe" arrastado de madrugada.
Por todas as novas experiências que uma viagem pode trazer.
Por todos os novos contatos ou recontatos que você vai fazer com o seu marido, com o mundo, com você mesma.
E a volta?
Aaaa... a volta é ma outra história.
E a supercola vai bem, obrigada.

terça-feira, 17 de maio de 2011

E a mãe? Viaja sem o filho?

Sempre.
Eu vivo nas minhas viagens.
Maternas ou não.
Eu sou daquelas pessoas que pensa muito, observa demais e persiste nos objetivos.
Logo que eu e maridex concordamos que seria muito bacana pra todo mundo se tirássemos umas férias só nossas, sempre que possível, logo minha listinha dos "lugares mais desejados" começou a tomar forma.
E daí que depois de um ano planejando, juntando grana e somando esforços....








Lógico que dicas virão.... lógico...

Bjocas

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Voltei?!?!

Sim, voltei.
Mas devagar.
Ainda tenho essa semaninha de férias, malas a desfazer e um tanto de presentes pra entregar.
Tudo coisa boa de se fazer.
Mas sabem o que está sendo uma delícia?
Ver que o Isaac entendeu toda a viagem, a espera e a saudade.
Ver que ele sentiu falta sim, mas quem sofre mesmo é a a boba da mãe que se entrega a toda a culpa e o drama que lhe cabem.
E curtir com ele todas as novidades e descobertas.
Bom,
ele sabia bem onde estávamos todos esses dias e está se deliciando com as fotos e livros onde tenho mostrado os lugares que passamos e conhecemos.
Uns ele diz que quer ir "quando crescer mais um montão". Outros ele nem liga. Outros ainda ele fica quieto a imaginar, decidindo se quer ver ou não.
Estamos grudados.
Mais que isso.
Viramos quase um só nesses dias e o objetivo é fazer programas só nossos boa parte do dia.
Mas como a vida é cheia de graça...
Eu e maridex decidimos ser melhor dar os presentes aos poucos, já que trouxe uma tonelada deles pro pequeno.
Logo, estou deixando pra mexer na mala quando ele não está perto.
E imaginem então, que os mistérios da mala fechada, pro menininho que toda hora vai lá tentar sentir um cheiro de brinquedo novo, são muito mais complexos que entender outro continente ou país, não???

Bjocas

sábado, 14 de maio de 2011

Recadinho...outro

Ainda estou grudada no Isaac, matando a saudade.


Volto na segunda.


Super final de semana  todas as queridocas...

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