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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Revivendo. Parte 10: As fases do "bico"

Nada melhor que um flashback pra embalar o final de semana...
E a queridíssima Tchella , do Cup of tea and cake, (com sua super descoberta do esterilizador portátil de chupetas) despertou aqui dentro as fases bicológicas que tive desde que soube que estava grávida.
Básico, mãe tem fases como a lua (sei que tirei de algum poema ou música...), e elas vem e vão numa loucura danada.
Fácil fácil a gente mudar de idéia, esquecer o que disse e sorrir pro que antes disparava o choro mais soluçento do mundo.
Como pra mim BICO NÃO É SÓ CHUPETA, viu Tchella, vou falar aqui de todos os bicos que reinam sobre a minha existência desde o positivo.

- Logo que engravidei, doutorzinho querido já me veio com duas pomadas pra "preparar" o bico do peito pra que filhote não tivesse dificuldades pra se alimentar.
Fato: Passei horas espremendo, apertando, girando, me contorcendo e urrando de dor (dependendo de cada fase da gestação, claro Clóvis...)
Beleza: Super funcionou. Não tive dores durante a amamentação, bico não rachou, sangrou ou incomodou.

- Isaac nasceu pequeno e até ganhar forças pra sugar tudo o que meu corpo oferecia, fiz a alegria de outros babies que dependiam dos estoques do Banco de Leite Materno aqui da city.
Fato: Passei hoooooras na ordenha. Manipulando os bicos. Apertando, apertando e apertando. Depois armazenando, congelando e doando.
Beleza: Foi uma das melhores coisas que fiz como mãe. Já que ser mama é doar-se, pensar no próximo e integra-se com as necessidades de todas as outras crianças do mundo. (E ser exagerada também...)

- Meu filho é bicudo.
Fato: Confesso, puxou pra mim (né, maridex?!?!). Faço bico mesmo. Pra comer, pra demonstrar carinho, satisfação e brabeza.
Beleza: Tem coisa mais gostosa nesse mundo que biquinho de criança????

- Os bicos da mamadeira. Existem mais opções de bicos de mamadeira disponpiveis no mercado hoje do que George Lucas poderia imaginar.
Fato: Com o fim da licença maternidade e os suquinhos entrando na dieta, penei um tanto (me descabelei até) pra que filhote escolhesse um e se apegasse a ele.
Nem tão beleza assim: Demorou, viu? E foi meio que na marra, deu certo. Mas até aí o que eu ouvi de pitaco, opinião, palpite, conselho e pentelhação........

- Bico ou chupeta, como quiserem... Quando falavam pra mim sobre eu era tirana: NÃO, NÃO E NÃO!
Fato: Isaac pegou o dedo. Chupava tão forte que eu acordava com o barulho de madrugada. Lembrei do meu irmão usando aparelhos horríveis pra corrigir o que a chupação de dedo fez com a boquinha linda dele.
Beleza. Será?: Pediatra receitou e lá foi esta mama correr atrás do modelo de chupeta que filhote aceitasse. Lógico que Isaac gostou daquela mais vagabundinha, comprada na vendinha como última opção. Antes eram usadas só pra dormir, agora ele pega qualquer uma, suja ou limpa e pede o dia todo.

- Esterilização dos bicos. Regra básica da higiene que passa por fases também, dependendo de tempo e sanidade maternal.
Fato: No começo toda chupeta era limpa. Esterilizada, fervida, analisada. Depois de um tempo, só uma passadinha pela torneira, aguinha corrente. Mais adiante, uma passadinha na fralda e tals. Com pequeno cheio de vida, correndo e pulando aí é que a coisa fica mais relaxada. Primeiro que você nem vê todas as vezes que a chupeta foi pro chão ou foi passada em algum lugar. Já que as crianças usam a chupeta como um tipo de sensor, uma extensão do corpo e dos sentidos. Depois que, dependendo do lugar e suas condições de higiene... uma assopradinha resolve qualquer problema.
Beleza pura: Cuidado é bom, recomendo e tenho muita atenção com a saúde do pequeno, mas chega certo momento que essa desencanação acontece naturalmente. Crianças tem sim que ser bem tratadas, mas sem neuras.

- Bico de canudo.
Fato: Quando Isaac aprendeu a usar canudo, somado a regulamentação da Anvisa que obriga canudinhos embaladinhos separadamente, a vida ficou mais colorida.
Beleza: Não ter que carregar copinho, chuquinha e tals pra um passeio ajuda e muito. Não ter que ficar passando suco, água e tals de um recipiente pra outro, a glória. Não ter copo/chuca sujo vazando na bolsa, vitória.

- Distanciando dos bicos. Filhote cresceu.
Fato: Está na hora de pensar em tirar os bicos de nossas vidas. Estou a procura do copinho de transição mais bacana e as voltas com a decisão de quando e como (Oh vida! Oh céus!) tirar a chupeta do Isaac.
Belezinha....: Acredito que com a mamadeira vai ser mais fácil, já que filhote adora um copinho diferente, mas a chupeta... ai, ai, ai

E eu tô aqui agora, bicuda, porque tô escalada pra cobrir festa de aniversário da cidade em pleno domingão.

Bom final de semana!
Bjo, bjo, bjo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Revivendo momentos. Parte 8: O instinto e a mala da maternidade.


Nem sei por que é que nunca escrevi sobre esse dia.
Um dos capítulos mais “mãe” do meu pré-maternidade.
E outra, joga na cara de quem quiser acreditar quão poderoso é esse tal instinto.

...



Aconteceu sim, em agosto de 2008

Era um sábado, dia 23 de agosto, 34ª semana, folga na escala do trabalho. Dia típico pra louca barriguda sair voando pela cidade, bater perna no calçadão, visitar avó, amiga, shopping, etecéteras. Mas não, deu uma vontade de ficar em casa. Preguiiiiça...
Maridex foi pra pós-graduação, onde costumava ficar o dia todo e eu grudei no sofá, assisti toda a programação da TV, 3 filmes, comecei a ler dois novos livros, passei 24 vezes pela porta do quarto meio quase pronto do Isaac, alisei a barriga até perder a conta (engraçado, não deu fome), 890 xixis, ri sozinha dessa fase da vida, mas não me movi, fiquei lá, quieta.
Final da tarde ao ouvir o portão da garagem abrindo comecei a sentir uma coceira interna. Daquelas que não dá pra explicar.
Ver futuro papai parado na porta da sala deu o start na loucura-o quê-quem-quando-onde que me fez levantar do sofá num pulo.
A vontade de arrumar malinha da maternidade era tamanha que a sensação que eu tinha era que se não a fizesse naquele momento ia cair durinha ali, espumando pelos cantos da boca.
Hoje me imagino e dou risada, mas peguei listinha do hospital numa mão e com a outra fui abrindo gavetas e separando bodys, cueiros, macacões, meinhas, gorrinhos, mantinhas, saídas, fraldas, luvas, tudo.
Mala fechada e do lado, sobre a cômoda, ajustei cestinha com lembrancinhas (sim! Elas já estavam prontíssimas) e quadrinho da maternidade.
Terminada a função, passou. A tranqüilidade baixou de novo e pronto.
Durante a madrugada as levantadas pra mijadinha-corujão foram mais freqüentes. Achei estranho, mas levantei todas as 47 vezes sem reclamar.
Umas 4 da matina, comecei a ficar encanada. “Porra! Acabei de levantar do vaso e mijei na calça! Aí tem”.
Mas não doía nem saía aquela aguaceira que a gente vê nas novelas da Globo, então resolvi esperar. As 6 da manhã aconteceu de novo. “Vou acordar o folgado do médico”.

Saca o papo:

- Bom dia doutor! A essa hora só podia ser a sua paciente preferida.

- Está acontecendo alguma coisa, Carol? (com aquela voz de quem fala deitado, sabe?)

- Então, essa madrugada foi seguinte: muito xixi no vaso, dois na calça e quase um na cama.

- Fica tranqüila, você está no sétimo mês, a bexiga está bem comprimida, normal urinar com mais freqüência.

- COMO???????? EU TENHO QUE TRABALHAR AMANHÃ AS 6 DA MANHÃ!!!! COMO É QUE EU VOU APRESENTAR UM PROGRAMA DE DUAS HORAS? SENTADA NO PINICO??????

- Calma... (Santo homem!) Eu vou pro hospital passar visita as 9h, me encontre lá, a gente faz um exame e você passa a semana mais tranqüila.

- Ok. Até mais. Tchau.

- Tchau.

Desliguei o telefone
“Filho duma Puta! Vai me fazer ir até o hospital que é quase em Jaú só pra falar que vou ter que ir trabalhar de fralda geriátrica”...

Aí começa outra saga.
(A história é longa, viu, mas vale a pena...)
Acordar maridex, que tinha ficado a noite anterior assistindo um bendito jogo de vôlei com a seleção brasileira.

Saca o quase-monólogo

-Amooor... amooor...

-huuummmmmmm???

-Falei com o Dr. Marcos, nada demais, mas vou ter que ir fazer um examezinho já já, ok?

- Tá (sem nem abrir os olhos)

10 minutos depois

- Viiiida (já fazendo contato físico)

- hummmmmmmm....

- Fiz muito xixi essa noite e o Dr. Marcos vai dar uma olhada nas coisas aqui. Tenho que estar no hospital as 9h.

- Lá na fábrica?

- Hã?

Bom, esses papos de gente louca se repetiram por umas 4 vezes. Entre elas eu resolvi tomar banho, secar o cabelo e perder a paciência.

- Amor!!!! (no chacoalhão)

- hummmmm...

- Acorda! Vai! Só preciso te fazer uma pergunta!

- (assustou e abriu o olho) Fala.

- Quando o Isaac estiver nascendo você vai fazer esse doce? Porque se for me avisa que eu já vou combinar com um taxista ou com o vizinho!

Lógico que com grávida falando nada com nada não se discute, sem nem saber por que, maridex foi pro banho.
Enquanto isso me deu aquele siricotico de novo. Aquele da mala do Isaac... arrumei a minha mala, com calçola, sutiã de amamentação, pijama, chinelinho e tals.
Juntei a mala do filhote.
Chegamos no hospital e o médico veio todo feliz, com aquela cara de quem diz “mãe é tudo desesperada mesmo”.
Começou a examinar e me mandou tossir: COF e pronto. Chamou o Zé pra conversar. Pensei “Fudeu”. Bolsa Rota. Rompeu na parte de cima e eu estava perdendo líquido.

Depois disso, só saí do hospital com Isaac nos braços dois dias depois.

E vivemos felizes para sempre...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mãenifesto. Antes tarde que más tarde.

Sei, sei que a maioria das cibermãezocas de plantão já tomaram conhecimento, adoraram e assinaram o Manifesto pelas Mães, organizado pelo Grupo Cria.
Mas básico eu me atrasar com os posts, né?
E como eu adorei, assinei e apoiarei ever... Além do que a campanha é bárbara e as fotos são lindíssimas.
Faço a minha parte.






Se concordam ou passam por algo parecido, assinem!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

As delícias do relacionamento


Passei por vários blogs hoje e em vários li sobre o relacionamento, a vida pós filhos e afins.
E sabem, queridos, ando tão apaixonada que tenho que falar que estar "relacionando" é bárbaro.
Lógico que um filho muda muito na vida do casal, que se dividir entre mãe, mulher, esposa, dona de casa, trabalhadora, filha, amiga, etecéteras não é nada fácil e nem sempre possível, mas a gente tenta.
Acabei de ter uma conversinha tudo de bom com maridex no msn que demonstra que estar casado é uma coisa muito bacana e que a palavra chave é FLEXIBILIDADE (daquelas que só as mamas e as escovas de dentes modernosas sabem ter).

Divido com vocês:

***
Combinando de ir numa Festa Junina hoje...
Reproduzido do Messenger

Maridex diz:
posso chamar a jessi (sobrinha)?
Carol diz:
logico
Maridex diz:
ela ta no msn
vou perguntar se quer ir
Carol diz:
ok
Maridex diz:
então....
acho q ela não gosta de nossa cia
disse q vai, mas vai levar uma amiga
Carol diz:
bele
Maridex diz:
não gostei...
comecei a conversa dizendo q tava com saudades
ela disse q tbm
q queria bater um papão, ela disse q tbm
convidei
aí ela perguntou se podia levar a amiga
rrrrr
Carol diz:
não entendi
tá com ciúme da amiga?
ela é aborrescente amor...
vc ia ver graça em sair com um tio e uma tia sem ninguém da sua idade?
Maridex diz:
entendi
não é ciúme
mas é que no final ela sai com a gente e nem vamos conversar
Carol diz:
mas é fase
Maridex diz:
eu sei
desencana
Carol diz:
vc também
Maridex diz:
coisa de velho
Carol diz:
kkkkk
velho e lindo e gostoso e charmosão
Maridex diz:
kkk, e suuuuuper mega bem acompanhado
Carol diz:
kkkk
Amém meu bem.
...

Sacaram?
Então vão lá agora, deem um beijo e um abraço.
Pode ser no filho, no amigo, no maridex, namorado, bicho de pelúcia, espelho.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Falando de mulheres...


Recebi coisas ma-ra-vi-lho-sas durante a semana do Dia das Mães, e agora que estou tendo tempo de ler, com carinho, não posso deixar de dividir com vocês.

Essa é excepcionalmente boa!

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mãe x Mulher x Jornalista x Dona-de-casa. FIGHT!

Pois bem, essa reflexão começou logo cedo quando tirei o pijama pra tomar banho e no susto me perguntei:
Desde quando uma versão da Vera Fischer mora em mim????

Pensei na hora: Preciso achar uma horinha na minha agenda pra marcar depilação urgente!

PARA TUDO! Volta a fita (ou se preferir, ative a função << do Time Machine da Full HD High Definition).

Hora na agenda pra depilação? Aí é que está. Chega um momento na história da gente em que somos várias em uma só. Mulher, mãe, esposa, filha, “rainha do lar”, profissional, amiga. E quando todas essas se misturam, a vida vira uma salada.
Uma confusão difícil de resolver. E a gente não entra nessa porque quer não. Muito pelo contrário. O limite entre as várias Carols, descobri eu, são tão sutis, que quando percebo, já nem sei mais qual sou.
Imagine você acordar no meio da noite achando que foi um chamado do tesão e descobre que foi um barulho. A babá eletrônica? Corro pro quarto do pequeno. Nada, era o despertador me chamando pra realidade diplomada. Oras... Só aí são 3 de mim acordando ao mesmo tempo. Deu pra entender?
Tem madrugada que me pego fazendo o balanço do dia e concluo, com uma tromba de elefante, que fui só mãe ou só operária. E o tempo pra mim? Mim mulher, que precisa de depilação, pilates, compras e choppinho com as amigas?
Mas tem balanço também que resulta numa Carol egoísta, que deixou o filhote na escolinha pra ter o tempinho da drenagem.
E os outros? Marido, família, patrão, colegas? Como é que enxergam e entendem tudo isso?
São armadilhas da vida moderna? Sei lá. Mas tenho me visto em conflitos bem mais freqüentes sobre a existência dos seres que habitam em mim.
Não brigo com eles, muito menos comigo, já que não adianta. Converso. Loucamente, tenho presenciado altos papos entre a Carol mãe e a filha. Entre a jornalista e a esposa. E por aí vai.
No final, se as bolas não forem trocadas, uma ajuda a outra.

Mas fica a questão, quase freudiana, onde está a sanidade mental nisso tudo?
Alguma sugestão?
Bjocas e ótima sexta-feira!

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